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No Servette por duas épocas
O avançado português de vinte e cinco anos, Carlos Saleiro, está desde o início do dia em Genebra (Suíça) onde oficializou a sua ligação ao histórico Servette nas duas próximas épocas.
Na véspera, Carlos Saleiro colocou fim à relação contratual com o Sporting, de comum acordo e depois de concluído que ficar livre para assinar por outro clube seria a melhor solução.
Na hora da rescisão com os leões, Saleiro admitiu que «não foi fácil deixar o Sporting», relembrando os «17 anos no clube. Tenho de agradecer tudo o que lá passei» mas assumindo tratar-se do «fim de um ciclo, sempre fui bem tratado, mas as coisas terminam e neste momento parto para outra aventura», em declarações prestadas à Antena 1.
Importante terá sido o conhecimento do valor de Saleiro por parte de Costinha, actual director desportivo do Servette que trabalhou com o avançado na época passada. Também o reputado técnico João Alves terá pesado na decisão.
Recebido por uma delegação do clube suíço no Aeroporto Internacional de Genebra, Carlos Saleiro foi de imediato alvo de uma mini entrevista para o site oficial do seu novo clube (www.servettefc.ch):
SITE - Carlos, qual foi sua primeira impressão ao chegar?
CARLOS SALEIRO - Muito boa. Dei logo entrevistas para a televisão, incluindo para estações em português.
Quando foi o primeiro contacto com Servette FC?
Foi há cerca de 3 semanas que iniciámos as negociações.
Conhecia o Servette FC?
Sim, claro! É um clube histórico no continente europeu. Há muitas pessoas que falam do Servette em Portugal.
Qual são os seus objectivos ao assinar por este clube?
Vim para poder jogar e ajudar a equipa a alcançar bons resultados. Espero marcar golos e atingir as melhores marcas possíveis.
Sabe que a comunidade portuguesa é muito importante em Genebra?
Sim! Eu sei que há muitos portugueses em Genebra. Espero nos possam vir apoiar em muitos jogos no Estádio de Genebra. Precisamos deles como de todos os adeptos.
Mais tarde, já nas instalações do Servette, Carlos Saleiro assinou contrato na presença de Majid Pishyar, presidente do clube helvético onde, entre 1987 e 1989, Karl-Heinz Rummenigge terminou a sua carreira com o impressionante registo de 34 golos em 50 jogos disputados…
Créditos: Site Oficial do Servette FC
Na véspera, Carlos Saleiro colocou fim à relação contratual com o Sporting, de comum acordo e depois de concluído que ficar livre para assinar por outro clube seria a melhor solução.
Na hora da rescisão com os leões, Saleiro admitiu que «não foi fácil deixar o Sporting», relembrando os «17 anos no clube. Tenho de agradecer tudo o que lá passei» mas assumindo tratar-se do «fim de um ciclo, sempre fui bem tratado, mas as coisas terminam e neste momento parto para outra aventura», em declarações prestadas à Antena 1.
Importante terá sido o conhecimento do valor de Saleiro por parte de Costinha, actual director desportivo do Servette que trabalhou com o avançado na época passada. Também o reputado técnico João Alves terá pesado na decisão.
Recebido por uma delegação do clube suíço no Aeroporto Internacional de Genebra, Carlos Saleiro foi de imediato alvo de uma mini entrevista para o site oficial do seu novo clube (www.servettefc.ch):
SITE - Carlos, qual foi sua primeira impressão ao chegar?
CARLOS SALEIRO - Muito boa. Dei logo entrevistas para a televisão, incluindo para estações em português.
Quando foi o primeiro contacto com Servette FC?
Foi há cerca de 3 semanas que iniciámos as negociações.
Conhecia o Servette FC?
Sim, claro! É um clube histórico no continente europeu. Há muitas pessoas que falam do Servette em Portugal.
Qual são os seus objectivos ao assinar por este clube?
Vim para poder jogar e ajudar a equipa a alcançar bons resultados. Espero marcar golos e atingir as melhores marcas possíveis.
Sabe que a comunidade portuguesa é muito importante em Genebra?
Sim! Eu sei que há muitos portugueses em Genebra. Espero nos possam vir apoiar em muitos jogos no Estádio de Genebra. Precisamos deles como de todos os adeptos.
Mais tarde, já nas instalações do Servette, Carlos Saleiro assinou contrato na presença de Majid Pishyar, presidente do clube helvético onde, entre 1987 e 1989, Karl-Heinz Rummenigge terminou a sua carreira com o impressionante registo de 34 golos em 50 jogos disputados…
Créditos: Site Oficial do Servette FC













